Final de semana com os amigos da escola

Final de semana com os amigos da escola

Olá, meu nome é Lucas. Sabe aquele
momento em que você vai sair de uma
porta, e então aparece alguém na sua
frente, aí você vai pro lado, essa pessoa
vai também, você tenta ir pelo outro lado,
e esbarra novamente na pessoa, até que,
enfim, você consegue passar? Pois é, foi
assim que começou.

Era mais um dia normal na escola, tinha
aula à tarde neste dia. Eu estava saindo do
banheiro, e então Yuri aparece na minha
frente. Eu vou pro lado e ele também vai, a
gente para e ri. Eu falo “qual é cara, vai me
beijar é?”, e então, Yuri puxa minha cabeça
rapidamente e dá um selinho. A gente ri
novamente “não ia não, mas já que você
falou”. Yuri sempre foi um grande amigo
meu. Ele tinha 15 anos na época, assim
como eu. Era um pouquinho mais baixo,
mesmo físico. Olhos castanhos, cabelos
pretos, pele branca e uma bunda maior que a
dos outros amigos.

Naquela época, meu grupo de amigos,
que além do Yuri tinham mais três: Márcio,
Rodrigo e Gabriel, tinham uma brincadeira
de bater ou apertar a bunda do outro,
quando passava pela nossa frente. No
começo, eu não fazia muito isso, achava
meio gay. Mas como eles batiam na
minha, eu entrei na brincadeira também.
Logo, eu passei a prestar mais atenção no
Yuri, sempre dando uma apalpada na sua
bunda, e todos nós sabíamos que era de
brincadeira. Ele fazia o mesmo comigo,
então estava tudo na boa.

Voltando ao encontro no banheiro. Ele
passou por mim, indo na direção dos boxes,
eu fiquei na porta e falei “pois então dá

um beijo decente, né?” ele olhou para mim

e disse “tá falando sério, safadinho?” eu
falei, então: “não”, nós dois rimos . Eu havia
comido uma menina alguma semanas atrás,
perdi a virgindade. Yuri sabia disso, pois eu
contei a ele dois dias depois do tal ocorrido.
Yuri tinha uma namorada, mas já tinha

me contado que não passava dos beijos.
Naquele momento, nós dois éramos héteros,
ou melhor, eu era, já ele, eu não sei.

Eu voltei para a sala de aula e me sentei.
Alguns momentos depois, Yuri voltou e
sentou ao meu lado. A aula ainda não havia
começado, e então ficamos conversando.
“Ei lucas, tu vai para a casa do Gabriel
amanhã?” “vou, acho que vou, e você?”
“também”. Gabriel, como já foi dito, era outro
amigo meu. Também tinha 15 anos, era do
meu tamanho, olhos e cabelos pretos, um
pouco bronzeado. Os pais deles tinham
viajado e então ele nos chamou (Eu, Yuri,
Rodrigo e Márcio) para jogar Playstation
em sua casa, e dormir lá durante o final de
semana. Eu acho que o Gabriel dava uns
pegas no Márcio, mas nunca perguntei. Eles
falavam sobre meninas comigo, então não
tinha certeza.

Chegou sábado a tarde, minha mãe estava
indo me deixar na casa do Gabriel, eu ia
passar sexta, sábado e domingo lá, assim
como os demais. Quando eu desci do carro,
Rodrigo também ia chegando, ele morava
perto do Gabriel. Nós entramos. Todos já

estavam lá, então, nós cinco fomos jogar. O
jogo era de futebol, então só podiam jogar
dois por vez, começamos eu e Gabriel, eu
ganhei. Então veio o Yuri, eu perdi. Depois o
Yuri perdeu para Rodrigo. Enquanto Rodrigo
e Márcio jogavam, ficamos eu, Yuri e Gabriel
sentados na cama, a gente começou a ver
como iríamos fazer para dormir lá no quarto
dele, que não era lá muito grande.

Gabriel sugeriu o quarto dos pais, onde
poderiam dormir dois na cama de casal, um
de rede e dois no colchão inflável, de casal.
Após muitas rodadas de futebol, a gente

já estava com sono. Então, ficou decidido:
Rodrigo foi o primeiro a falar que ia na rede,
e por ser dono da casa, Gabriel quis ficar

na cama de casal. Eu falei que ficava no
colchão inflável, então, Márcio e Yuri ficaram
calados. Eu falei “ah, qual é, ninguém vai
comer ninguém aqui não” todo mundo riu, e
Yuri “ah, foda-se, eu durmo com o Lucas, né
luquinhas?” ele falou o luquinhas com uma
cara de safado, levando a mão até minha
bunda, e todo mundo riu novamente.

Rodrigo e Gabriel não tomaram banho, eu

e o resto sim. Tinham dois banheiros na
casa, um no quarto dos pais e o outro no
corredor. Márcio correu para o do quarto, e
Yuri para o do corredor, eu fiquei esperando.
Márcio ainda não tinha ligado o chuveiro,
enquanto Yuri já havia o desligado duas
vezes, tirem suas conclusões. Sabendo

que Yuri ia sair logo, eu já fui esperar lá no
corredor. Quando ele terminou, abriu a porta,
sem toalha, completamente pelado. Ao me
ver, ele fechou a porta rapidamente, deve ter

tomado um susto. Envergonhado, ele pediu
para eu ir pegar a mochila dele lá na sala,
para ele poder se vestir. Eu fui lá pegar, e
quando voltei, perguntei “tá precisando de
ajuda para se vestir também, madame?” ele
riu “não, mas obrigado”. Fechou a porta, se
vestiu e abriu novamente. Ele estava com
um pijama meio apertadinho, deixando

sua parte de trás mais volumosa. Depois
que abriu, ele se voltou para a pia, para
escovar os dentes. Eu entrei no banheiro

e fiquei atrás dele, coloquei uma mão em
cada nádega. Sinceramente, eu estava com
vontade de comer aquela bunda.

Depois de escovar os dentes, ele saiu do
banheiro e foi para o quarto. Eu já estava
com minha mochila, então tomei um

banho rapidamente, me vesti e escovei os
dentes. Quando abri a porta, Yuri estava lá
esperando, “esqueci a mochila aí dentro”. A
gente tentou passar pela porta ao mesmo
tempo e eu falei, rindo “de novo?”. Então,
para minha surpresa, Yuri puxou meu rosto

e me beijou novamente. Minha boca estava
fechada, mas não era um selinho que ele
queria. Sua língua logo tentou penetrar meus
lábios fechados, e eu cedi. Nós ficamos
parados, um com a língua dentro da boca do
outro, mas sem nenhum grande movimento.
O beijo foi rápido, e assim que terminou, Yuri
falou: “Esse foi decente?” e eu disse “dá pro
gasto”. Naquele momento eu decidi: Eu ia
comer sim a bunda dele.

Ele pegou sua mochila e nós voltamos para
o quarto dos pais de Gabriel. Nesse mesmo
momento, Márcio ia saindo do banheiro.

Continua…

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