Fodendo com o moleque da empresa vizinha – Parte 2

Fazer? Eu me perguntei, mas não
externei. Como minha vó dizia: se
tá no inferno, já dá uma rasteira no
capeta.

– Então bora.

Nessa hora ele pisou fundo, até me
assustei com o arranque.

Alguns minutinhos depois veio o
susto. Não conhecia bem aquela
região, mas ele sem cerimônia
nenhuma foi entrando em um motel
que ficava a poucos KM dos nossos
trabalhos. Quando parou o carro
pra falar com a recepção, antes de
abrir o vídro olhou pra mim, bem
nos meus olhos (com aquele olho
verde que me deixava de perna
bamba) abriu um sorriso safado e
disse:

– Tudo bem pra você.

Não consegui conter o sorriso.
Mordi a ponta do dedão e não falei
nada. Ele falou com a recepcionista
e entramos. Quando ele estacionou
o carro, eu já ia abrindo a porta
quando ele me interrompeu.
Colocou a mão na minha nuca e
sem nenhuma cerimônia me puxou
e tascou um beijão na minha boca.
Nessa que eu vi que estava ferrado.
Além de lindo o desgraçado beijava
bem.

O beijo já estava esquentando
tudo. Uma mão dele foi na minha
nuca e a outra ele acariciava
minhas pernas enquanto eu
passava as mãos no braço e na
barriga dele. Sentir aquele braço
forte e aquele tanquinho já tava
me deixando estourando de tesão.
Quando ele se afastou eu disse

– Nossa, esquentou né?!

– Esquentou? – pegou minha mão

e colocou no pau dele que tava
duraço – Você me esquenta todo
dia, filho da puta. – e sorriu abrindo
a porta pra sair.

Saímos e ele veio direto na minha
direção. Novamente a mão na
minha nuca ele me beijou. Como

a garagem era fechada, não tinha
problema ninguém nos veria, então
foi um baita beijo. Enquanto me
beijava ele pressionava seu corpo
contra o meu me empurrando
contra o carro. Eu já tava entregue,
fiquei ainda mais quando ele
baixou as duas mãos e pegou
minha bunda, apertando enquanto
roçava seu pau contra o meu.

– Caralho que rabo.

– Tu gosta né.

– Gosto de ver, e você vai gostar do
que eu vou fazer agora. – me pegou
pela mão me levando para dentro

do quarto.

A falta de tempo e o tesão eram
grandes, então foi tudo meio
rápido. Ao entrar ele logo tirou a
camiseta mostrando aquele corpo.
Eu pirei naquilo. Que corpão. O
peito dele era bem definido, as
costas fortes de quem trabalha
com peso, braços fortes, a barriga
trincadinha e pelos muito bem
distribuídos. Tirei a minha também
e ele me beijou de novo. Agora

eu aproveitava pra alisar aquele
corpão e quando ele voltava a
apertar minha bunda. Passei a
mão em seu pau, por cima da
calça, e me afastei um pouco.
Quando olhei pra aquele caminho
da felicidade, não pude me conter:
precisava ver onde aquilo dava. Pra
isso, empurrei ele fazendo-o cair
de costas na cama e me ajoelhei.
Desabotoei sua calça e tirei,
ficando somente a cueca branca
marcada com a baba daquele

pau. Por mais linda que fosse a
cena daquele moreno de cueca
branca deitado a centímetros do
meu rosto, eu não me contive e
logo tirei e a coisa só melhorava.
Como todo o conjunto, a rola dele
era linda. Devia ter uns 18cm,

um pouco torta pra esquerda e

grossa. A cabeça era mais próxima
de um roxo. Os pelos haviam

sido aparados a algum tempo.
Completamente perfeito. Nem
pensei duas vezes e coloquei
minha boca naquele pau e logo na
primeira mamada ouvi o gemido
dele. Como a voz dele era grossa, o
gemido de macho era fantástico me
empolgando a mamar. Enquanto eu
mamava ele olhava para mim, sorria
e fazia aquela careta de tesão.
Passava as mãos nos meus cabelos
e de vez em quando forçava pra
que eu colocasse tudo na boca.

– Que boca gostosa do caralho! –
Ele dizia

No começo dei umas engasgadas
mas logo peguei o jeito. Minha
boca ia até a base do pau, com
meu nariz roçando seus pelos e eu
sentindo seu cheiro de macho.

– Mama esse caralho!

Quando eu focava na cabeça ele
gemia. Parei um pouco com a
mamada para lamber. Viro uma
cadela nessas horas. Lambi seu
pau, da base a cabeça, lambi seu
saco grande e pesado, lambi até
sua virilha e as pernas, também um
pouco peludas.

A julgar pelo gemido ele estava
adorando, mas claramente queria

mais. Me pegou pelos braços,

me deu mais um beijo dessa vez,
desabotoou minha calça e baixou
ela rapidamente e me jogou de cara
na cama. Logo senti suas mãos
calejadas na minha cintura. Ele
puxou meu quadril, me deixando de
4 ese ajoelhou.

– Agora é minha vez. – disse.

Deu um tapa forte na minha bunda,
abriu com as mãos e passou a
língua. Nessa hora não me contive
e gemi meio alto.

– Gosta?

– Adoro, caralho.

– Então geme que eu quero ouvir – e
enfiou a cabeça na minha bunda.
AU RSclo puto RSAU EN o PUT R SI oo Lc)

do meu cu, o nariz dele e
principalmente sua barba roçando
minha bunda lisinha.

– Um rabão desse, com um cuzinho
rosinha. Caralho, vc é muito
gostoso.

– Tudo seu, Jonas.

E ele claramente curtiu o que

eu falei, porque se empolgou no
cunete.

Sua língua fazia milagre. Ele
rodeava meu cu, enfiava a língua,
dava uns tapinha com os dois
dedos, além dos tapas fortes com
a mão toda na bunda. Eu não via,

mas provavelmente minha bunda
Branca estava ficando marcada,

e isso me deixava com ainda mais
tesão. Ele começou a me alagar
com o dedo, primeiro um só, mas
logo dois. Silenciosamente eu
agradecia por isso, porque já tinha
visto a grossura daquele pau e com
certeza aquilo ia me machucar.
Quando ele terminou, se levantou,
pegou meus cabelos me puxando o
suficiente para me dar outro beijo e
disse

– Agora vou comer esse rabão.

– Come esse rabo. Todo seu.

– Você quer minha pica.

– Quero sua pica dentro de mim.
Quero você dentro de mim.

– Então toma.

Sem demora ele encaixou a cabeça
do pau no meu cu. Deu mais um
tapão na minha bunda e falou

– Se você quer, coloca ele pra
dentro agora.

E eu obedeci. Rebolando eu

fui fazendo aquele pau entrar
enquanto olhava no espelho do
quarto ele levantando a cabeça
com os olhos fechados enquanto
FEI TEER

Aquele pau grosso me abria todo,
mas como eu estava controlando
fiz entrar sem doer e logo de..

Continua…

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