Sexo entre maduro e novinho no sítio – Parte 10

Sexo entre maduro e novinho no sítio – Final

– Já sim, pai. — Disse, colocando um filme
para rodar na TV.

– Senta aqui do lado do pai então. — Falou.
Olhei para trás e vi ele sentado na cama,
com as costas apoiadas na cabeceira, suas
pernas abertas, sua mão sobre o volume da
sua rola.

Me levantei da cama e fui até ele, sentando
do seu lado e ficando do mesmo jeito que
ele. Nossas pernas se tocaram. Assim como
ele eu estava com a mão sobre minha rola,
massageando, enquanto víamos o filme.

Ele rapidamente tirou sua samba-canção, e
a jogou no chão, e ficou com aquele pauzão
meia bomba na mão, fazendo um vai e vem
lentamente enquanto olhava para a TV. Se
virou para mim e deu um sorriso sacana, fiz
o mesmo que ele, e ambos ficamos pelados,
porém, meu pau já estava completamente
duro. Fiquei ali me punhetando, olhando para
aTVe para a rola do meu pau que a cada
momento ganhava mais vida.

– Se vai ficar olhando para o meu pau de
novo é melhor ir pegando nele logo. — Meu
pai disse dando uma risada. Então percebi
que não estava disfarçando minhas olhadas.
Dei um sorriso sem graça para ele.

– Anda, moleque, mete a mão logo. Minha
mão tá cansada já. — Falou. Acredito que por
ter bebido muito meu pai estava mais cara
de pau para essas coisas.

Dei um outro sorriso para ele, mas dessa
vez de um puto faminto por uma putaria.
Levei minha mão naquele caralho, grande,
grosso e peludo. Estava quente. Fiz um vai

e vem devagar e meu pai fechou os olhos
imediatamente, sentindo minha mão em
seu cacete, aquilo me excitou bastante.
Punhetava nós dois ao mesmo tempo com
minhas mãos, nem prestava mais atenção
no filme, só na rola do meu pai.

Logo levou a mão dele ao meu pau, retirei

a minha e ele começou a me punhetar
também. Eu estava com meu rosto cada vez
mais perto do seu peitoral, enquanto sentia
sua rola com minha mão, suas grandes
bolas balançavam entre suas pernas. Com o
tempo acabei encostando minha cabeça no
peitoral dele, sentia cada vez mais vontade
de colocar meu rosto em seu caralho.

E parece que meu pai sentiu isso, pois
empurrou meu rosto em direção ao pau dele,
fazendo com que ele tocasse em meu rosto.
Pude sentir o cheiro da rola dele, fazendo
meu pau pulsar em sua mão. Ele sentiu e
deu uma risadinha.

– Curtiu é, moleque? — Disse, e eu dei outra
risadinha. — Se quiser pode meter a boca.
Fiquei surpreso pelo que ele disse, e
receoso. Nunca havia colocado um pau na
minha boca, e a ideia parecia ser um pouco
nojenta para mim, mas, por incrível que
pareça eu não me sentia assim em relação
ao do meu pai, pelo contrário, senti uma
vontade imensa de tocar meus lábios nele.
O cacete dele pulsou, eu o encostei no meu
rosto, senti a umidade da cabeça da rola
dele molhando meu rosto, e o cheiro de pica
invadia minhas narinas.

Ainda não tinha coragem de colocar em
minha boca, então o máximo que conseguia
era tocar o pau dele nos meus lábios.

– Abre a boca e engole. Precisa ficar com
medo não. — Falou.

Dei uma risadinha, sem graça, e um pouco
desajeitado, abri minha boca e senti a
cabeça da rola dele invadi-la.

– Passa a língua, e cuidado com os dentes.
Com o tempo acabei conseguindo lidar
melhor com aquela situação, então chupava
e passava a língua na cabeça da rola

dele, enquanto ele dava alguns gemidos e
segurava meu cabelo. Começou a então a
fazer uma vai e ver com seu quadril, dessa
forma a cabeça do seu pau entrava e saia da
minha boca. Sentia ele passando a mão pelo
meu pau ainda, então o tirou e a colocou na
minha bunda. Me surpreendeu na hora. Mas
acabei entrando no jogo.

Me deitei na cama, com a boca na rola dele,
e com a minha bunda para cima, enquanto
ele ficava passando a mão. Sentia meu pau
se esfregar na cama dele, me lembrei da
primeira vez que gozei ao seu lado. Senti
meu pau pulsando mais uma vez, então
comecei a fazer uma vai e vem na cama,
para estimular ainda mais meu caralho.
Enquanto isso meu pai apertava e passava

a mão em minha bunda, levou seu dedo na
boca, lubrificando-o e foi em direção ao meu
cuzinho. Me levantei na hora.

– Eita, porra, pai. Vai tentar me comer

ou que? — Falei rindo, sentindo meu cu
levemente molhado com a saliva do dedo
dele.

– Calma, moleque. Vem cá. — Falou, pegando
no próprio pau, que estava todo molhado
com minha saliva.

– Não, pai, isso não, é tenso demais para
[aliaçR

– Cara, tu tava chupando meu pau, qual o
problema de eu te comer também?

– Cai fora, pai. Isso não rola não, e ainda
mais com um caralhão de cavalo que o
senhor tem ai. — Falei olhando para o pau
dele, ele parecia todo orgulhoso me vendo
dizendo que o pau dele era enorme.

– Vai, moleque. Eu vou devagar. A gente

tem a noite toda para isso. — Falou, se
levantando da cama, aquele pauzão dele
mais duro que rocha, balançando.

– Ah, não, pai. A ideia de ter um pau
entrando na minha bunda me deixa muito
desconfortável. Sei lá. — Disse, abaixando a
cabeça.

Ele foi se aproximando de mim, chegou bem
perto, seu pau tocou em mim, e o meu nele.
– Mas é diferente, não é com qualquer cara
que tu tá fazendo isso, eu sou teu pai.
Lembra? — Ele falou, descendo sua mão
diretamente para o meu pau e começando a
me punhetar.

Me deu um sorriso sacana e se sentou na
cama, levando seus lábios diretamente ao
meu caralho. Putz, aquela sensação foi
muito gostosa. Sua boca estava bem quente
e úmida, sentia sua língua vagando pela
cabeça do meu pau, fechei os olhos e fiquei
ali curtindo aquela sensação. Não podia
acreditar que meu pai estava com meu pau
na boca.

– Eita, pai, tu chupa bem, ein! Já fez isso
antes? — Perguntei, caçoando dele.

– Me respeita, moleque. — Disse quando
tirou meu pau da boca e ficou olhando para
mim rindo. Voltou a me chupar, segurando
um lado da minha bunda com uma de suas
mãos, e se punhetando com a outra.

– Lambe minhas bolas, pai! Eu curto quando
Fed oaltace if terá cio iToR

Meu pai retirou minha rola da boca dele,
então senti sua língua úmida passando pelas
Continua…